Tô com frio, tô com fome, mais minha fome é de rap!

Você já tá com outro maluco, eu tô com outra mina.

"Sua intenção é a mesma? Então fica aí! Sei que vai vir me dar uma chance, me iludir e partir.Eu vi com os meus olhos isso acontecer."
Dalsin
"Essa é a hora de ver meu caminho..Se corro atrás de você ou se eu prossigo sozinho."
Dalsin

Rico é quem nasce rico,o pobre tio? Morre tentando.

"Depois que cê foi embora eu sinto o peito apertando, tento me distrair é dificil mais vou levando."
Dalsin

Ela toda patricinha eu estilo maloca. Ela com cabelo arrumado e eu com a bombeta torta. Com meu gingado maloqueiro ela não se importa,me tranco com ela no quarto engulo a chave da porta.Surrura no meu ouvido.. ”Buarque, Armandin”,respondo no ouvido dela.. ”Projota e Dalsin”.E quando sonho quase acaba o riso do neguin eu dou uma pausa pra luxúria do jeito que fez Shawlin. Sua mãe diz que eu não presto, que sou mau elemento. Analisou a embalagem não o que tinha dentro! O caso dela é serio, só terapia cura.. Ter a pia cheia de louça empreguinada de gordura. Mesmo de longe eu sinto que a sinceridade vale. Encurto a distância,com trechos belas frases, poemas, livros e ainda sinto..Que girando o mundo ao contrário eu volto pra aquele domingo. Deixa o povo falar, chega pro lado de cá. ‘Vo’ te mostra que o neguin sabe como cuidar. ‘Tô’ sem dim pra pagar, boleira beira mar, mas se disser que quer um som eu posso improvisar. ‘Tô’ pensando em rapa, fugi pra outro lugar, ficar longe de todo mundo que só que atrasar. História pra contar, um mar pra observar.. Deixa o sol embora é hora da lua brilhar. Ela é durona, marrenta, segura e sabe conter. Eu sou maloca, bolado, e chato de entender. Eu faço ela ficar insegura e amolecer, ela me desembola e sabe o que eu quero dizer. Eu vou de coca, e ela enrola com seu nescau. De tarde eu de cerveja, ela bolacha água e sal. Ela quer viver a vida, e eu a vida inteira. E nóiz se acomoda num sofá depois da cachoeira. De folha em folha eu vi cair sobre cada manhã. Não mão um beck, na outra um suco de maçã. Vinil pra amenizar, deixa o Adoniram tocar, depois nóiz boa um Xadê que eu vou ter que já voltar. Joga o cabelo e vem debruçando sobre o meu peito. O cenário é lindo. E com nóiz? Fica perfeito. Nóiz foi bem mais, bem mais que uma fugidinha.. hoje um casal de guarda sol, no por do sol na vermelhinha. Deixa o povo falar, chega pro lado de cá, ‘vo’ te mostra que o negin sabe como cuidar. ‘Tô’ sem dim pra pagar, boleira beira mar, mas se disser que quer um som eu posso improvisar. ‘Tô’ pensando em rapa. Fugi pra outro lugar. Ficar longe de todo mundo que só quer atrasar. História pra contar, um mar pra observar, deixa o sol embora é hora da lua brilhar.

Dalsin

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